IPATINGA - O Programa Conjunto das Nações Unidas para a Aids no Brasil divulgou nesta terça-feira, 29, um estudo mostrando que houve 2,7 milhões de novos casos da doença no mundo em 2007. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil registrou em média 600 mil pessoas portadoras do vírus HIV. O levantamento da ONU aponta que cerca de 2 milhões de pessoas morreram de Aids no ano passado em todo o mundo, a maioria adultos. A estimativa é que 7.400 pessoas sejam infectadas diariamente pela Aids no planeta e 45% delas têm entre 15 e 24 anos. O alto número de pessoas infectadas com o vírus HIV na região também é preocupante. Dados fornecidos pelo Grupo de Apoio ao Soropositivo do Vale do Aço (Gasp) e pelo Programa de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids da Administração Municipal, que acolhe portadores de HIV de toda a região, constatam o elevado índice de contaminação. Atualmente, o Programa Municipal DST/Aids acompanha 430 portadores notificados. Deste total, 307 são de Ipatinga. Dos 430 notificados, 176 são mulheres e 254 são homens. “Várias pessoas da região nos procuram para fazer tratamento conosco, incluindo de Belo Horizonte. Ipatinga tem o maior número de casos porque é o município mais populoso da região (Ipatinga tem cerca de 238 mil habitantes, segundo o IBGE)”, justifica Ilrisnett de Souza Resende, coordenadora do programa. A julgar pelas considerações de Moisés Correia, diretor do Gasp Vale do Aço, os governos têm que intensificar as campanhas de prevenção às DSTs. Afinal, segundo Moisés, o Vale do Aço tem cerca de 5 mil pessoas que não sabem que estão infectadas com o vírus HIV. “É um número preocupante, mas infelizmente reflete a realidade. Não há diminuição nos gráficos que apontam o levantamento de portadores do HIV. O que precisa ser feito é estimular as pessoas à prevenção, bem como incentivar os que não praticam sexo seguro a procurar uma unidade básica de saúde ou hospital para fazer o teste de HIV. Isso é importante, pois os soropositivos que descobrem que contraíram o vírus precocemente têm mais sucesso no tratamento”, ressalta Moisés. JuventudeMoisés Correia observa que a maior parte dos casos de notificação de Aids ocorre na faixa etária de 25 a 35 anos. Porém, muitas pessoas só descobrem que estão doentes oito ou dez anos após contraírem o HIV. “É alarmante o número de pessoas que contraem o vírus na adolescência ou juventude. Entretanto, ficam com receio de realizar exame mesmo praticando sexo sem preservativo. Os gráficos apontam que a maior parte dos infectados é composta por adultos, mas as estatísticas não expõem exatamente a realidade no diz respeito à faixa etária, haja vista o grande número de jovens que descobrem estar com Aids tempos mais tarde”, diz o diretor do Gasp.Programa Nascer inibe casos de bebês com AidsDesde 2003, a Unidade Integrada de Saúde (UISA), situada no bairro Cidade Nobre, realiza o Projeto Nascer, que presta assistência às mães portadoras do vírus HIV e seus bebês. Segundo Ilrisnett de Souza Resende, coordenadora do Programa Municipal DST/Aids, que funciona na UISA, desde o início do projeto nasceram 60 crianças de mães soropositivas, mas nenhuma delas portava o vírus do HIV. “Por meio do Projeto Nascer, fazemos o acompanhamento da criança até ela completar um ano e oito meses. Fornecemos leite até seis meses, já que a mãe não pode amamentar. Além disso, pediatras da rede pública acompanham os bebês assistidos pelo projeto”, diz Ilrisnett, frisando a importância de as gestantes realizarem exame de HIV (conhecido também como teste de Elisa). “É imprescindível que a gestante faça o exame no pré-natal, pois se detectarmos o vírus na mãe é possível fazer o tratamento nela para que o vírus não passe para o bebê”, salienta. A UISA funciona na avenida Monteiro Lobato, 826, bairro Cidade Nobre. A partir das 12h30 são feitos testes de HIV gratuitamente. O telefone de contato é 3829-8585 ou 3829-8567. A UISA também fornece preservativos gratuitos. Ilrisnett reforça a necessidade de tratamento precoce em caso de se contrair o HIV. “Se a pessoa detectar precocemente a doença, a gente tem condições de garantir a qualidade de vida dela, controlando suas defesas e os vírus, para evitar que a pessoa desenvolva a Aids, que na verdade é uma síndrome de várias doenças”, alerta. O programa de tratamento e prevenção de DST e Aids na UISA inclui exame, diagnóstico, medicação e informação.
Bruno Jackson - Jornal Diário do Aço - Ipatinga - 30-7-08 - 4ª feira
quinta-feira, 31 de julho de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Fotos de ARAÇUAÍ, DIAMANTINA e CAPELINHA
sábado, 26 de julho de 2008
FEIJOADA, GENTE!!
O GASP
está promovendo uma Feijoada Beneficente para arrecadar fundos.
Ajude-nos a ajudar fazendo uma doação:
Banco Real – agência 0931 – conta 4000334
Outra coisinha, a feijoada será dia 10 de agosto, mês do bom gosto.
Maiores informações pelo blog ou pelo número 31-3822-4565
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sexta-feira, 25 de julho de 2008
RELATÓRIO em CAPELINHA

27 a 29 de junho:
Moisés Correia, Rubem e o motorista (Morais) saíram 14h de Ipatinga rumo a Capelinha e durante o percurso foi tocado do início ao fim “aberrações sertanojos”. Já na cidade de Capelinha foram o grupo 14 Bis e Marcos Viana tocaram encerrando o “2º JequiSabor”. Um diferencial do evento é o compromisso que os concorrentes assumem de recolher doações de livros e revistas para doarem à Biblioteca Pública do município.
Moisés Correia, Rubem e o motorista (Morais) saíram 14h de Ipatinga rumo a Capelinha e durante o percurso foi tocado do início ao fim “aberrações sertanojos”. Já na cidade de Capelinha foram o grupo 14 Bis e Marcos Viana tocaram encerrando o “2º JequiSabor”. Um diferencial do evento é o compromisso que os concorrentes assumem de recolher doações de livros e revistas para doarem à Biblioteca Pública do município.
A população é, aparentemente, extremamente homofóbica.
Seus moradores são muito interessados no bem estar de toda a população.
O grupo chegou à cidade às 19:10h e foi direto para a Palestra que aconteceu na Praça de Esporte. Depois se encaminhou para o hotel (Catuaí) e só então foi jantar. As oficinas também aconteceram na Praça de Esporte.
Palestra – 6ª feira – 19:30h:
Participaram cinqüenta e nove pessoas, entre profissionais da saúde, educadores, estudantes, funcionários da APAE. Moisés falou sobre dst, aids e sexualidade. Uma enfermeira contestou minha afirmação de que “vacina contra hepatite se tomar outra dose durante seu período de imunização infecta o vacinado com o vírus”.
Dentre os participantes estava a cidadã mais ilustre do município: a “cachorra Convertida”. Cadela viralata que não perde nenhum evento, seja qual for, para que público for. Convertida já apareceu inúmeras vezes na tv e uma, vez, ao ser envenenada, toda a população fez corrente de oração e pagou médicos para tratarem dela. Dizem que quando ela visita uma casa é sinal que em poucos dias alguém lá vai morrer. E assim acontece. Dizem também que ela nunca teve filhotes, prova, talvez, de sua pureza...
Palavras que aprendemos em Capelinha: Discojuminância = (batendo palmas violentamente) divergência de opniões. E também PR = papo ruim.
Oficinas: Foi utilizada muitas dinâmicas e eslaides para explicações dos assuntos. Participaram profissionais da saúde, educadores, grupos de jovens e funcionários da APAE. Na cidade vizinha, Água Boa, é grande a quantidade de mães solteiras.
Sexualidade – sábado – 08 às 12 horas: Participaram 19 pessoas. Foi pedido aos participantes que escrevessem numa folha o que esperam da oficina e a colassem na parede. Moisés conduziu as dinâmicas “A visita do ET” e “Por que tanta Diferença?” e ministrou aula sobre “Sexualidade”. Houve forte discussão sobre sexualidade, traumas e fetiche e os participantes demonstraram ficarem confusos sobre um tema e outro, qual é um e qual é outro. Também surgiu assunto sobre “crianças verem cachorros ‘transando’ e que se perguntarem a elas o que sentem com a cena, a maioria se sente desconfortável.
Dst/hepatite B – sábado – 14 às 18 horas: Participaram 19 pessoas. Não aconteceu a oficina sobre hepatite. Moisés continuou o tema da manhã falando sobre gravidez precoce, conduziu a dinâmica “Rótulos” e proferiu aulas sobre “Dst”. Rubem, com seu figurino de Contador de Estórias, contou a Estória da Libélula que, em resumo, fala sobre “Não se deixa para amanhã o que pode ser realizado agora”.
Hiv/aids – domingo – 08 às 14 horas: Participaram 20 pessoas. Rubem, com seu figurino de Contador de Estórias, contou a Estória do Alfaiate que interage bastante com os ouvintes e, em resumo, fala sobre “Não se deve ficar preocupado com os outros, pois ‘as pessoas olham e falam’, ‘observam e comentam’.” Moisés conduziu as dinâmicas, “Contatos Pessoais”, “O Que Jogo Fora” e “Imaginário da AIDS” [Interessante, nas três cidades (Araçuaí, Diamantina e Capelinha) as mães com mais de um filho sempre justificam a escolha dizendo colocá-lo como representando todos os outros]. Moisés proferiu também aulas sobre “Aids”. A seguir alguns pontos discutidos durante a oficina: Médico com hiv tem ou não que avisar seus pacientes? A conclusão foi, claro, que não. Médico pode ou não avisar às pessoas que algum paciente seu tem hiv? Só em três casos: se tem comportamento de risco para outras pessoas; para outro médico envolvido no caso; por ordem judicial. Há na cidade um casal sorodiscordante. Eles “transam” sem o uso de camisinha e o marido não contrai o vírus. Por quê? Provavelmente porque ele tem uma “falha” nas células de defesa. Caso semelhante, talvez, a sete profissionais do sexo na África, que não contraem o vírus. E todos os seus clientes são doentes de aids. Pode-se criticar alguém por sua religião proibir determinado tratamento se ela tem seus argumentos e convicção de que existem coisas mais importantes que a vida? Aconteceu um caso de uma pessoa ter sido “eleita” membro de determinado conselho sem que ela própria soubesse disso.
Sobre a avaliação: Tema – 03 acharam bom; e 16 acharam ótimas. Metodologia – 19 acharam ótima. Materiais usados – 07 acharam bons e 12, ótimos. Equipe – 03 acharam boa e 16, ótima. Auto aproveitamento – 11 acharam bom e 08, ótimo. Tempo – 08, bom; e 11 achou ótimo. Espaço – 09 acharam ótimo e 10 acharam bom. Algumas pessoas desejaram mais treinamentos com o mesmo nível. Algumas pediram mais tempo e mais público nas oficinas. Outras disseram que dúvidas foram tiradas.
RELATÓRIO em DIAMANTINA

28-3-08
Moisés Correia e eu viajamos de carro até Diamantina para reunião com representantes das cidades de Araçuaí, Capelinha e a própria Diamantina. Só não compareceu ninguém de Araçuaí. Participaram além de nós dois, duas pessoas de Capelinha e quatorze de Diamantina. E o objetivo da viagem foi que elas estavam demorando a nos responder, apesar de estarmos tentando dialogar tem dois meses.
Assuntos conversados:
Ninguém precisará desembolsar nenhum valor, pois todos os custos são por conta do Projeto. O que cada cidade terá que cuidar é em arranjar o lugar para as Oficinas (mais ou menos 25 pessoas). Cada Oficina terá 04 horas (doze no total); arranjar lugar para a Palestra (mais ou menos 100 pessoas), com mais ou menos 2 horas. Quem participar de 80% das oficinas terá certificado. A maior dúvida do pessoal foi o que acontecerá depois das oficinas; se vai ter continuidade ou se “simplesmente vamos embora”? E foi deixado claro que não os abandona-remos, que daremos continuidade.
Moisés Correia e eu viajamos de carro até Diamantina para reunião com representantes das cidades de Araçuaí, Capelinha e a própria Diamantina. Só não compareceu ninguém de Araçuaí. Participaram além de nós dois, duas pessoas de Capelinha e quatorze de Diamantina. E o objetivo da viagem foi que elas estavam demorando a nos responder, apesar de estarmos tentando dialogar tem dois meses.
Assuntos conversados:
Ninguém precisará desembolsar nenhum valor, pois todos os custos são por conta do Projeto. O que cada cidade terá que cuidar é em arranjar o lugar para as Oficinas (mais ou menos 25 pessoas). Cada Oficina terá 04 horas (doze no total); arranjar lugar para a Palestra (mais ou menos 100 pessoas), com mais ou menos 2 horas. Quem participar de 80% das oficinas terá certificado. A maior dúvida do pessoal foi o que acontecerá depois das oficinas; se vai ter continuidade ou se “simplesmente vamos embora”? E foi deixado claro que não os abandona-remos, que daremos continuidade.
06-08\6\08
Sexta-feira – Palestra: Participaram cento e uma (101) pessoas, a maioria estudantes do curso médio, na Escola xxxxxxxxx, mais conhecida como “Escola Normal”. Aconteceu um atraso de trinta minutos devido a falta de estrutura do espaço reservado ao Projeto. Uma jovem aparentando está na faixa dos vinte anos retirou-se exclamando “É para isso que saí da sala de aula” por se sentir ofendida com a explicação sobre a resistência da camisinha e a importância de seu uso. A grande maioria, porém, demonstrou profunda atenção na palestra e algumas pessoas, principalmente um rapaz e mais ainda uma senhora, ambos de nome Tiago e Consolação, tiveram participação ativa na Palestra aceitando servirem como modelos e respondendo as perguntas lançadas pelo coordenador do Projeto Prevenção Positiva e palestrante.
Oficinas: A maioria dos participantes eram universitários. Participou também a Coordenadora do Programa dst\aids do município – Anne M. Batista. O motorista – Morais – ganhou dos oficinantes o apelido de “Severino”, por ser “pau pra toda obra”, como a personagem homônima de um programa de humor onde um porteiro é sempre chamado para substituir nos ensaios de uma gravação televisa algum objeto faltante. Foi entregue pelo Coordenador do Projeto um pacote com alguns livros e um cd com o conteúdo de todas as aulas das Oficinas e da Palestra à Coordenadoria dst\aids de Diamantina para uso de toda a população.
Sábado
Gravidez Precoce e Sexualidade: Participaram vinte e cinco (25) pessoas. O Coordenador do Projeto Prevenção Positiva – Moisés Correia – começou a oficina apresentado a si, ao Monitor Rubem Leite e o Motorista. Depois, para que todos se conhecem, ministrou a dinâmica onde, em duplas, falaram sobre si e o parceiro pesquisaria figuras em jornais e revistas colando-as em cartolina para explicar para todo o grupo quem era seu parceiro. Depois conduziu uma aula falando sobre a sexualidade humana. O Monitor Rubem Leite, que é também Contador de Estória, contou a Estória do Alfaiate, que é bastante interativa. Aconteceu intervalo para lanche e depois Moisés deu sua segunda aula falando sobre a sexualidade e gravidez dos adolescentes. Conduziu a dinâmica Visita do ET, onde eles visitam a Terra para pesquisar nossa sexualidade, uns jornalistas os recebem para fazer uma matéria e um político manda um assessor para acompanhar o que está acontecendo. Objetivo: Fazer as pessoas pensarem nos preconceitos e dúvidas mais comuns. Uma pessoa questionou “Como equiparar os gêneros et’s com os gêneros humanos”. Foi dado um questionário sobre dst para a equipe saber que pontos deverão ser mais abordados na próxima oficina. E as dúvidas mais comuns foram se o hiv pode ou não ser transmitido pelo beijo e confusão entre sintomas da sífilis com cancro mole.
Dst\hiv: Participaram vinte e sete (27) pessoas. O Coordenador Moisés proferiu aula sobre as dst’s e depois conduziu a dinâmica Rótulos, onde prega um papel nas costas dos participantes sem contudo eles saberem o que está escrito. Por exemplo: “Puta”, “Veado”, “Aidético” e etc. E os demais ao passar ao ler o que está escrito nas costas dos companheiros devem reagir como agiria tal pessoa. Exemplo: Ao ler “Veado” imita-se os trejeitos. Objetivo: Refletir sobre o peso dos rótulos. O Monitor Rubem ministrou aula sobre as hepatites A, C e principalmente, B. Moisés conduziu a dinâmica “Por que tanta diferença?” que discute as visões que se tem do sexo oposto, e encerrou o dia com debate sobre sexualidade, hepatite e outras dst’s.
Domingo – hiv\aids: Participaram vinte e duas (22) pessoas:
O Coordenador do Projeto iniciou a oficina com Palestra sobre hiv e ministrou a dinâmica “Cartão de Contatos”. Aconteceu um intervalo e retornarmos com a dinâmica “da bala”. Após, o Monitor e Contador de Estória Rubem contou a Estória da Libélula, que muito emocionou os oficinantes. O Coordenador conduziu a seguir duas dinâmicas e uma avaliação sobre o trabalho da equipe do Projeto Prevenção Positiva. A Primeira dinâmica consistiu em colocar algumas afirmativas em uns poucos balões, depois as pessoas tentariam estourar todos os balões, quem conseguir pegar a afirmativa, deverá conservá-la. No salão as afirmativas foram lidas e discutidas, retirando todas as dúvidas dos presentes. A segunda, Imaginário da Aids” foi preencher num papel algumas perguntas sobre o que faria se alguém importante para si contraísse aids. E quanto a avaliação: ver abaixo.
Sobre a avaliação: Tema – 01 achou ruim; 08 acharam bom; e 13 acharam ótimas. Metodologia – 02 acharam boa e 20 acharam ótima. Materiais usados – 06 acharam bons e 16, ótimos. Equipe – 08 acharam boa e 14, ótima. Auto aproveitamento – 10 acharam bom e 12, ótimo. Tempo – 01 achou pouco; 10, bom; e 11 achou ótimo. Espaço – 10 acharam ótimo e 12 acharam bom. Algumas pessoas sentiram que a equipe foi pouco teórica e que precisa se atualizar mais, assim como abordar mais outras dst’s; e ensinar como palestrar para diferentes faixas etárias e diversos graus de escolaridade.
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